Resenha: Interator

 

Quando GAME e REALIDADE se confundem.

Romance | 444 páginas | Cortesia Editora Jaguatirica | Compre & Compare Lojas Americanas * Submarino |  Autor: Alexandre Almeida de Oliveira | Publicado em 2016|Classificação 4/5 

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Resenha: Caçador em Fuga

Ficção Científica, Ação, Fantasia | 304 páginas | Cortesia Editora Leya | Compre & Compare Lojas Americanas * Submarino |  Autor: George Martin, Gardner Dozois e Daniel Abraham| Publicado em 2017| Classificação 4/5 

Eu comecei a ler esse livro sem saber muito o que esperar. Se trata de uma ficção científica que demorou cerca de pequenos TRINTA anos para ser concluída e fora escrita por três escritores: George Martin, Gardner Dozois, e Daniel Abraham.

Rámon Espejo é nosso personagem principal, e quando digo isso, é de fato principal mesmo! Toda história gira em torno de Rámon Espejo. O cabra forte e destemido 😀

Logo no início, o cabra que na verdade não era tão destemido, afinal era um humano cheio de defeitos, e isso fica bem claro, comete um erro idiota, que talvez para alguns, depois de concluir a leitura, ache que não seja tão idiota assim. O ponto é que ele cometeu um erro que mudou a vida dele para sempre…

A história é ambientada no Planeta São Paulo, que ganhara esse nome, pois os primeiros habitantes da colônia foram brasileiros *O*

” A primeira leva de colonos, que deram ao planeta o nome de São Paulo, vinha do Brasil e, embora poucos – talvez nenhum- tivessem visitado Portugal, eram chamados de portugueses pelos colonos que falavam espanhol.”

No planeta deles, parecia ter pouca ordem ou leis, pelo pouco que se deu para perceber no livro, mas, voltando ao assunto da burrada de Rámon… o mexicano quis matar uma das pessoas mais importantes que apenas estava por passagem em um bar, e  aí é claro que o governo precisava agir. Tinha que demonstrar para o mundo que havia um pouco de lei naquele lugar. Precisavam dar uma lição para esses moradores de que não podiam fazer o que quisessem.

Então, Rámon foge dali, e nós entramos em uma aventura junto com ele, explorando todo um novo planeta. E agora o livro começa a ficar interessante.

De algum modo, o mexicano encontra no meio dessa viagem uma nova espécie que está interessada em conhecer como os humanos são, o que eles fazem e porque fazem.

(Fique com esse pequeno trecho de uma longa descrição desses seres, demonstrando os traços da narração de George Martin)

“Pelo menos eram bípedes humanoides, não aranhas, polvos ou bolhas com olhos enormes, embora houvesse algo de perturbador e estranho em suas articulações. Os dois menores deviam ter quase dois metros de altura, o maior tinha quase dois e vinte… Os torsos tinham colunas,  e eram da mesma largura do ombro ao quadril … Tinha a pele lustrosa e brilhante, mas cada um com uma coloração própria e distinta – um, mosqueado de azul e dourado; o segundo de um tom âmbar pálido; e o maior deles era amarelo e coberto por padrões estranhos e espiralados em preto e dourado…”

E, de algum modo, acompanhando essa busca desses seres de conhecer os humanos, nós, os leitores, também passamos a conhecer melhor alguns pontos de nossa espécie, pois o livro traz muitas reflexões.

” Interessante – comentou Maneck – Por que você fez aquilo? Não lhe ofereci perigo algum, logo, você não precisava se defender. Não sou comida para você, então não precisa me matar para comer. Você não declarou guerra contra mim. Não fui até um bar, nem tenho dinheiro. Não fiz sexo com sua mulher. E, ainda assim, você sente a necessidade de me matar. Qual é a natureza desse impulso?”

Sobreviver será a única lei de fato para Rámon, pois cada vez que ele tenta se livrar de algo, sempre surge mais duas com o que ele  deve se preocupar. E essas preocupações sempre são sacadas interessantíssimas que demanda um tempo para pensar. Mas não vou contar aqui na resenha, pois são justamente essas sacadas que prendem você no livro até o fim.

A história é passada em 300 páginas que, apesar de ser uma história densa, a meu ver foi muito pouco, de maneira que essas outras espécies foram pouco desenvolvidas e ainda ficaram algumas pontas soltas no fim. Poderia ter facilmente o livro dois, três… É um livro um pouco diferente, talvez o ápice não esteja no final e nem mesmo é uma história muito linear. Talvez seja fruto da escrita por três cabeças, em que cada um queria desenvolver algo muito interessante, dividindo o livro em algumas partes.

Esperava um pouco mais, não por ser de George Martin, mas depois que eu comecei a ler, como disse, percebi que esse novo mundo poderia ser tão mais explorado, ter continuação, explicações… pelo menos mais umas 200 páginas haha.

A Saga Cogno: A Sociedade Corrompida (Livro I)

“Sinopse: O Projeto Cogno, feito por seis cientistas, consistiu em dar aos humanos maior capacidade vital e dotá-los de dons mentais. Esses humanos foram denominados cognos. Rafael, um adolescente que vive trancafiado no Orfanato Fenixgranger, mora no país chamado Xinef, que se edificou após a quase destruição do nosso planeta e da raça humana. Após descobrir que é um cogno e que os fantasmas do seu passado, que envolve a morte de seus pais, estão ligados a Soberania (o governo que lidera Xinef), ele parte em busca de mais respostas e de proteção. Em meio a grandes acontecimentos, este acaba descobrindo as podridões e ópios que enlaçam o seu país e traça várias amizades, alianças, paixões e inimigos.”

Ficção Científica, Distopia| 284 páginas | Cortesia Editora Pendragon| Escritor: P.P. França | Compre Aqui |  Publicado em 2016| Classificação 3/5 

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A Última Estrela

A Ultima Estrela

VQP – Vicit qui patitur.

Para conquistar, é preciso perseverar.

Este é o lema no início de A Última Estrela, será que ele se mantém até o final da história? Até que ponto conseguimos perseverar, manter a calma e acreditar que tudo irá voltar a ser como era antes?

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