Resenha: Caçador em Fuga

Ficção Científica, Ação, Fantasia | 304 páginas | Cortesia Editora Leya | Compre & Compare Lojas Americanas * Submarino |  Autor: George Martin, Gardner Dozois e Daniel Abraham| Publicado em 2017| Classificação 4/5 

Eu comecei a ler esse livro sem saber muito o que esperar. Se trata de uma ficção científica que demorou cerca de pequenos TRINTA anos para ser concluída e fora escrita por três escritores: George Martin, Gardner Dozois, e Daniel Abraham.

Rámon Espejo é nosso personagem principal, e quando digo isso, é de fato principal mesmo! Toda história gira em torno de Rámon Espejo. O cabra forte e destemido 😀

Logo no início, o cabra que na verdade não era tão destemido, afinal era um humano cheio de defeitos, e isso fica bem claro, comete um erro idiota, que talvez para alguns, depois de concluir a leitura, ache que não seja tão idiota assim. O ponto é que ele cometeu um erro que mudou a vida dele para sempre…

A história é ambientada no Planeta São Paulo, que ganhara esse nome, pois os primeiros habitantes da colônia foram brasileiros *O*

” A primeira leva de colonos, que deram ao planeta o nome de São Paulo, vinha do Brasil e, embora poucos – talvez nenhum- tivessem visitado Portugal, eram chamados de portugueses pelos colonos que falavam espanhol.”

No planeta deles, parecia ter pouca ordem ou leis, pelo pouco que se deu para perceber no livro, mas, voltando ao assunto da burrada de Rámon… o mexicano quis matar uma das pessoas mais importantes que apenas estava por passagem em um bar, e  aí é claro que o governo precisava agir. Tinha que demonstrar para o mundo que havia um pouco de lei naquele lugar. Precisavam dar uma lição para esses moradores de que não podiam fazer o que quisessem.

Então, Rámon foge dali, e nós entramos em uma aventura junto com ele, explorando todo um novo planeta. E agora o livro começa a ficar interessante.

De algum modo, o mexicano encontra no meio dessa viagem uma nova espécie que está interessada em conhecer como os humanos são, o que eles fazem e porque fazem.

(Fique com esse pequeno trecho de uma longa descrição desses seres, demonstrando os traços da narração de George Martin)

“Pelo menos eram bípedes humanoides, não aranhas, polvos ou bolhas com olhos enormes, embora houvesse algo de perturbador e estranho em suas articulações. Os dois menores deviam ter quase dois metros de altura, o maior tinha quase dois e vinte… Os torsos tinham colunas,  e eram da mesma largura do ombro ao quadril … Tinha a pele lustrosa e brilhante, mas cada um com uma coloração própria e distinta – um, mosqueado de azul e dourado; o segundo de um tom âmbar pálido; e o maior deles era amarelo e coberto por padrões estranhos e espiralados em preto e dourado…”

E, de algum modo, acompanhando essa busca desses seres de conhecer os humanos, nós, os leitores, também passamos a conhecer melhor alguns pontos de nossa espécie, pois o livro traz muitas reflexões.

” Interessante – comentou Maneck – Por que você fez aquilo? Não lhe ofereci perigo algum, logo, você não precisava se defender. Não sou comida para você, então não precisa me matar para comer. Você não declarou guerra contra mim. Não fui até um bar, nem tenho dinheiro. Não fiz sexo com sua mulher. E, ainda assim, você sente a necessidade de me matar. Qual é a natureza desse impulso?”

Sobreviver será a única lei de fato para Rámon, pois cada vez que ele tenta se livrar de algo, sempre surge mais duas com o que ele  deve se preocupar. E essas preocupações sempre são sacadas interessantíssimas que demanda um tempo para pensar. Mas não vou contar aqui na resenha, pois são justamente essas sacadas que prendem você no livro até o fim.

A história é passada em 300 páginas que, apesar de ser uma história densa, a meu ver foi muito pouco, de maneira que essas outras espécies foram pouco desenvolvidas e ainda ficaram algumas pontas soltas no fim. Poderia ter facilmente o livro dois, três… É um livro um pouco diferente, talvez o ápice não esteja no final e nem mesmo é uma história muito linear. Talvez seja fruto da escrita por três cabeças, em que cada um queria desenvolver algo muito interessante, dividindo o livro em algumas partes.

Esperava um pouco mais, não por ser de George Martin, mas depois que eu comecei a ler, como disse, percebi que esse novo mundo poderia ser tão mais explorado, ter continuação, explicações… pelo menos mais umas 200 páginas haha.

Resenha: O Grupo

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Sinopse: “O Grupo é um excitante suspense policial com fortes traços de terror que gira em torno de nove jovens que jogam RPG. Motivada pela crença de que o jogo é um erro, um pecado capital que não pode passar sem punição, uma figura encapuzada e mascarada persegue os jogadores com o intuito de expurgá-los pelo sofrimento. Pecados se lavam com sangue e dor. Naquele fatídico fim de semana haveria dor e ranger de dentes, inúmeras mortes sangrentas para limpar a mácula que impregnava a alma daqueles jovens.
Sem perceber o perigo que correm, os integrantes continuam jogando e se divertindo como bem entendem, mantendo o comportamento libertino regado a bebidas, sexo, diversão e brigas. Acompanhem o desenvolvimento macabro de um assassino que se torna cada vez mais cruel e de sangue frio. Tente desvendar o mistério de quem é o manipulador responsável por todo este drama.”

Suspense; Policial | 232 páginas | Autor: Saulo Moreira | Cortesia Editora Pendragon | Compre | Classificação 3/5

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Resenha: De Pauliceia Desvairada a Lira Paulistana

Mário de Andrade
Editora Martin Claret, 2017
465 páinas

“Este prefácio, apesar de interessante, inútil.”

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Resenha: Permita-se

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Autora: Luciana Castro

Editora: Evolução Publicações

Publicado em 2015

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Resenha: O Código da Febre – Maze Runner

Sabe aquele livro destruidor? Que despedaça o coração dos leitores do inicio ao fim?
Lhes apresento O Código da Febre…

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Autor: James Dashner
Editora: Plataforma 21
Ano: 2016
Págs: 369

Sinopse: “Era uma vez o fim do mundo! Florestas foram queimadas, lagos e rios secaram, oceanos transbordaram. Uma peste febril se espalhou pela Terra, dizimando famílias inteiras. Homem matou homem. A violência reinou. Não havia mais lugares seguros. Então, surgiu o CRUEL. Pesquisa após pesquisa, essa organização não mediu esforços para encontrar respostas… para encontrar a cura. O cruel fez testes em crianças. Algumas delas, além de imunes, eram especiais… como Thomas e Teresa. Juntos eles foram designados a trabalhar em um experimento: o Labirinto. Mas, ao que parece, nem tudo foi dito. Segredos e mentiras irão perturbar Thomas. Quais relações de lealdade são realmente verdadeiras? O código da febre é a aguardada prequel da saga Maze Runner. Prepare-se, porque nada será como antes. Todas as respostas serão reveladas.”

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Como eu era antes de você #filme

Finalmente assisti o filme aaaaae o/

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Resenha: Don’t lie to me Robbie Wilkins

Tipo assim, só peguei esse livro porque parecia ser fácil de ler em inglês…

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Editora:Walker Books Ltd
Escritora: Michelle Gayle
Ano: 2013
Págs: 240

Sinopse: Remy is fed up with her life. She’s convinced that being a trainee beautician would be fine if it wasn’t for Kara (aka the Feminazi) constantly looking down her nose at her. That living at home would be OK if she didn’t have her warring parents to contend with (and if her elder sister Malibu wasn’t quite such a boy-magnet). And that her social life would be a dream if only she could score a footballer. Then Remy does score a footballer: a hot one at that. But it turns out to be the start of a whole new set of troubles…

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A casa na árvore de 13 andares #oPrimeiroCapitulo

Andy e Terry,
Terry e Andy
Andy escreve o texto e Tery desenha as imagens…

wwwwww

e assim surgiu o livro “A casa na árvore de 13 andares”

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Resenha – O Rei de Amarelo.

O Rei de Amarelo

 

Obra-prima de Robert W. Chambers, O Rei de Amarelo é uma coletânea de contos de terror fantástico publicada originalmente em 1895 e considerada um marco do gênero. Influenciou diversas gerações de escritores, de H. P. Lovecraft a Neil Gaiman, Stephen King e, mais recentemente, o escritor, produtor e roteirista Nic Pizzolatto, criador da série investigativa True Detective, exibida pela HBO, cujo mistério central faz referência ao obscuro Rei de Amarelo.
O título da coletânea faz alusão a um livro dentro do livro – mais precisamente, a uma peça teatral fictícia – e a seu personagem central, uma figura sobrenatural cuja existência extrapola as páginas.
A peça O Rei de Amarelo é mencionada em quatro dos contos, mas pouco se conhece de seu conteúdo. É certo apenas que o texto, em dois atos, leva o leitor à loucura, condenando sua alma à perdição. Um risco a que alguns aceitam se submeter, dado o caráter único da obra, um misto irresistível de beleza e decadência.

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Resenha: Feita para iletrados

Para quem gosta de poesias, esse livro é ótimo!

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