Resenha: Frankenstein ou o Prometeu moderno.

 

Olá leitores,

Eu sempre quis ler esse livro por ser um clássico e ter críticas muito positivas.

Bem, esse livro da Mary Shelley é simplesmente incrível. Por ser um livro de terror escrito há mais de um século atrás eu realmente fiquei com um pé atrás achando que não ia “ter medo”. Mas me enganei muito.

Seria o homem de fato ao mesmo tempo tão poderoso, virtuoso e magnífico, e ainda tão vil e baixo? Ora parecia um mero rebento de princípios malignos, ora era como tudo o que pode ser concebido de nobre e divino. Ser um homem grande e virtuoso parecia a maior honra que poderia recair sobre um ser sensível.

Vou começar falando do porquê Mary decidiu escrever essa obra. Bem, ela estava numa casa com seu marido, um amigo e nada mais nada menos do que Lord Byron. Bem, resumindo a história, eles decidiram se desafiar para ver quem faria a melhor história de terror. Todas as narrativas foram apresentadas, menos a de Shelley. Ela, então, teve um sonho no qual via uma figura humana gigante, deformada e que realmente lhe meteu medo. Mary decidiu narrar esse sonho e manter todos os elementos que lhe deram medo no sonho. O resultado foi Frankenstein ser um livro excepcional e que cumpre aquilo que promete: dar medo.

Falando da história em si. Ela começa com a narrativa do Capitão Walton, um aventureiro que deseja chegar ao polo norte com sua tripulação. Os fatos são transmitidos através de cartas que o Capitão envia a sua irmã. Enquanto está no navio, o Capitão observa uma criatura estranha num trenó e alguns cachorros puxando a. Pouco depois, ele salva um homem que estava preso numa placa de gelo, praticamente esperando pela morte. Esse homem era o Victor Frankenstein (ou, o Dr. Frankenstein). Walton e Victor se tornam amigos, e Victor começa a contar toda sua história para o capitão.

Victor nasceu numa família rica na Suíça. Ele sempre teve interesse por alquimia, lendo constantemente sobre o assunto. Após a morte de sua mãe, Frankenstein se muda para a Alemanha com o objetivo de estudar ciências naturais na universidade. Obsecado com a ideia de descobrir a origem da vida, ele tenta criar um ser humano por conta própria, utilizando de partes do corpo obtidas num cemitério. Depois de anos, ele consegue dar vida ao que chama de “criação” ou de “criatura”. Contudo, o aspecto desta criatura lhe provoca arrepios. Com medo ele foge e abandona sua própria criação.

O que pode deter o coração determinado e a vontade decidida do homem?

Mais pra frente temos a narrativa da criatura sobre sua triste experiência num mundo comandado pelos humanos.

resenha livro dracula

Bem, o livro é simplesmente incrível e já o quero ler de novo, pois tenho certeza que há novas interpretações, sentimentos e observações a cada leitura.

Beijoos.

 

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