Resenha: Mistborn – O Império Final

Essa resenha é em especial para todos que sempre ouvem coisas boas sobre Mistborn e do escritor Brandon Sanderson. Vê uma foto em nosso instagram “@maisumleitor”, com vários comentários escritos “Mistborn sz”, “esse livro é muito bom!”.
Será que Mistborn é tão bom?
Vou dar minha opinião….

Sim! Mistborn é muito bom! É incrível!

Conhecemos um novo mundo. Um mundo sujo, cheio de fuligens, onde as plantas mal têm cor, e as pessoas sofrem. Well… Pelo menos, a maioria das pessoas, os skaas, são determinados a sofrerem durante cada ar poluído inspirado pelas narinas.

Mas é claro que em um sociedade idealizada por “humanos”, deve existir uma classe que suga o trabalho dos outros e ostenta as riquezas: a nobreza. A minoria se diverte e trata seus súditos como escravos, como se fossem seres de outra raça inferior.
Isso se deve, pois o Senhor Soberano, uma espécie de deus do novo mundo, quem “criou” o Império Final, tem um carinho especial às famílias que o ajudou na conquista.

Se alguém estiver lendo essas palavras, saiba que o poder é um fardo pesado. Tente não ficar preso em suas correntes. As profecias de Terris preveem que eu terei o poder de salvar o mundo. Elas sugerem, no entanto, que terei poder para destruí-lo também.

 

Mas dentro desse cenário político e sociólogo, existe a pegada diferenciada do livro. A fantasia.

Kelsier,  um nascido das Brumas, espécie rara e muito poderosa, não aguenta mais viver nesse cenário e quer se rebelar. Se rebelar contra a sociedade e tudo que está errado.

 

Sei o que o descontentamento, o trabalho mal pago e as rebeliões trazem. A atenção do Senhor Soberano e a ira do Ministério de Aço podem ser bem mais terríveis do que algumas chibatadas. Homens como você pregam mudança, mas me pergunto: essa é uma batalha que realmente podemos lutar?

E ele vai usar seus poderes de nascido das brumas para atingir seu objetivo. Os nascidos das brumas conseguem queimar metais para melhorar alguns sentidos deles. Vou explicar um pouquinho… Alguns metais foram apresentados em Império Final que quando queimados dentro de um corpo alomântico desenvolvem uma característica, por exemplo, queimar estanho faz com que os sentidos melhorem, consiga enxergar melhor. Com o peltre você fica mais forte, não sente dor… Mas deixo para você conhecer toda a teoria no livro. Eu imagino como se fosse aqueles jogos, que tem uma barrinha de energia para determinado poder, aí conforme usa a habilidade, a barra vai diminuindo, então, no caso, é preciso mais metal para ela fique cheia novamente.

Os homens raramente veem suas próprias ações como injustificadas.

 

Outra teoria muito interessante e a última que eu falo pra não dar tanto spoiler é a locomoção dos nascidos das brumas: em Mistborn, não existe pessoas voando, desafiando as leis da física, mas ainda assim existem pessoas viajando pelo céu sem um veículo voador. Os nascidos das bruma podem usar os metais para se impulsionar ou para impulsionar algo, levando sempre em conta a lei da ação e reação.

Tramas por trás de tramas, planos além de planos.

O Império Final marca o início de Mistborn, onde conhecemos todo um Universo novo, magia, política, batalhas, jogos de poder!

Já quero começar o segundo livro \o/

 

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2 comentários em “Resenha: Mistborn – O Império Final

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