Resenha: Seraphina

Imaginem só se dragões pudessem assumir a forma humana…

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Misturando música, família, política, romance, aventura e dragões, Rachel Hartman cria um novo mundo, diferente e excitante, onde humanos e dragões se misturam.

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Seraphina nossa protagonista tem 16 anos, ama música e tem um talento nato para isso, assistente do professor da corte, Phina da aulas particulares para a própria Princesa, seu pai é um famoso advogado do reino, seu tio um intelectual curioso. Vida perfeita não? Ah só tem um problema, Phina é mestiça, meio dragão e meio humana.

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E isso é proibido.
É um erro.
É algo que não deveria existir.

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Veja bem, Phina mora em Goredd, um lugar medieval onde as pessoas são muito religiosas, há vários santos e cada pessoa tem um “Santo padroeiro”, eles seguem os ensinamentos desse “Santo padroeiro” como filosofia de vida e tals…

Há também um Tratado de paz, entre humanos e dragões, feito pela Rainha para acabar com a guerra, desde então os Cavaleiros (que lutavam contra os dragões) foram banidos e dragões (que podem assumir a sua forma humana) tem permissão para viver em Goredd.

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Faz 40 anos que o Tratado foi assinado, e até hoje as pessoas da cidade desprezam os dragões, acham eles inferiores, os chamam de vermes, claramente eles não são bem vindos na cidade, maaas eles permanecem lá, mantendo sua forma humana em busca de conhecimento, artes, cultura…

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Enfim, o clima de inimizade já era ruim, e piora com a morte do Príncipe Rufus.
Phina que era apenas a assistente do professor da corte, acaba se envolvendo nas investigações junto com o Príncipe e Comandante da guarda, Lucian Kiggs.

O problema é que as coisas começam a ficar feias ameaçando tanto a paz do reino, quanto o segredo de Phina.

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O livro está muito bem escrito, bem literário sabe?
Achei meio difícil compreender as palavras novas (como dracomaquia o.O), e ao meu ver a parte sobre os santos e a religião deles ficou confusa.
O livro NÃO tem muita ação. É mais politica, suspensa e tramas.. Então se você está esperando épicas batalhas entre dragões pode esquecer, maaas parece que no próximo livro (Sangue de Dragão) teremos mais ação Muahaha’

E devo admitir que foi difícil escrever essa resenha, o livro é bem complexo, afinal de contas ele retrata todo um mundo novo, com leis, crenças, politica e guerra.. Enfim, #euindico!

Para apaixonados por dragões, arrisco afirmar que essa saga se tornou uma leitura obrigatória.

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2 comentários em “Resenha: Seraphina

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