Crítica: Drácula

O problema de ter expectativas é que você pode se decepcionar bastante…

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Sinopse: Os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 100 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobrehumanos.

Decepcionante.
Sério, eu esperava bem mais desse filme.

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A história é boba.
As lutas são ridículas.
Os personagens não te cativam.
Acontece um monte de coisa que, não faz sentido..

Eu ia dar exemplos mas é spoiler…
Enfim, foi feito tanto marketing desse filme e quando eu assisti, Puff.
Não indico esse filme.

Se eu desse estrelinhas para a classificação de filmes aqui no blog, esse receberia no máximo 2.

Obs.: O uniforme do Drácula parecia ser da casa Targaryen.

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4 comentários em “Crítica: Drácula

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