Crítica: A Onda

Ta aqui, um filme que todos deveriam assistir.
E depois de assistir chamar os pais, ou os amigos e assistir com eles, vendo a reação de cada um…

Tudo começa com uma aula de Autocraciaautos (por si próprio) e kratos(poder) = poder por si próprio, ou seja, um governante que tem controle absoluto em todos os níveis do Estado.

E para demonstrar como isso funcionaria na prática, o professor Rainer Wenger se torna o líder, e pede para os alunos darem sugestões do que mais poderia ser feito…

A partir dai criam um movimento chamado “A Onda”, com simbolo, roupas características (branco), com saudação própria que só quem é da Onda sabe fazer.

Mas, as vezes as coisas fogem do controle…
E nesse filme, vemos como é fácil isso acontecer, um movimento, um grupo, se perder, e se tornar algo ruim.

Eu assisti esse filme com meu namorado, e depois assisti com meu pai e com meu irmão mais novo.
E durante o filme, o meu irmão literalmente entrou para a Onda, sério, ele começou a fazer comentários a favor do movimento e tudo mais, eu fiquei só observando e esperei o final do filme (sem spoilers aqui) para fazer um pequeno discurso pra ele…

Mas a questão é, através de um filme, meu irmão já aderiu o movimento, imagina se fosse na vida real?

Bom o filme é baseado em fatos reais. E a história está ai pra mostrar o que aconteceria…

(para ver o caso real, em que o filme foi inspirado, clique aqui)

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3 comentários em “Crítica: A Onda

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