Resenha: As Últimas Quatro Coisas

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Sinopse: De volta ao Santuário dos Redentores, Cale é informado pelo General Bosco de que a destruição da humanidade é necessária. Seria a única maneira de corrigir o maior erro de Deus e de alcançar os objetivos de Bosco, dentre eles, transformar um simples garoto em um destruidor impiedoso. O papel de Cale é fundamental nesse processo: ele é a Mão Esquerda de Deus, o Anjo da Morte. O poder absoluto está ao seu alcance, e o impressionante aparato militar dos Lordes Redentores é sua maior arma, que ele manipula com destreza. Mas talvez nem mesmo os Redentores consigam controlar Cale por completo. O menino que é capaz de ir da bondade à violência mais brutal num piscar de olhos é certamente capaz de aniquilar os inimigos da fé como se espera dele – mas a alma deste jovem é muito mais estranha e imprevisível do que seus mentores podem esperar. Em As últimas quatro coisas, Paul Hoffman dá novas dimensões a seus personagens, proporcionando uma maior compreensão de suas ações, e lança a seguinte questão: quando chegar a hora de decidir o destino do mundo, de garantir a destruição da humanidade ou poupá-la, o que Thomas Cale fará? Irá expressar a vontade de Deus com a ponta de sua espada ou perdoará seus iguais – e a si mesmo?

Ficção, Romance, Aventura & Fantasia, Religião, Idade Média / 304 Paginas / Editora Suma De Letras / Autor: Paul Hoffman / Publicado em 2011/ Classificação 5/5 / Compre & Compare Fnac Livraria da Folha 

“Morte”

Em As Últimas Quatro Coisas voltamos a seguir o jovem Cale e sua obrigação divina, descoberta recententemente, como a própria mão esquerda de Deus, o seu papel de purificar o mundo, levando morte e destruição por onde passa. Sendo ele o próprio O Anjo da Morte.

“Julgamento”

Tal revelação tem um peso muito grande durante a história, pois para Cale, ele era apenas um órfão criado em um monastério e treinado por mojes ninjas – super normal eu diria – e agora descobre que é a encarnação da Morte e tem o papel de jugar todos os humanos da terra. Começamos a entender um pouco mais os redentores e suas motivações, entendemos o porque do treinamento dos jovens em diversas áreas diferentes, e principalmente entendemos o porque o monastério entrou em guerra com um reino por causa de um único garoto.

“Céu”

 Mas como disse na resenha de A Mão esquerda de Deus, algo sempre dá errado, pois caso contrário não teríamos esse história. Como a própria Morte, Cale não precisa responder a mais ninguém, afinal ele é o escolhido de Deus! Quem ousaria se opor a ele?

E é ai que as coisas começam a ficar interessantes.

“Inferno”

As Últimas Quatro Coisas é sem sombra de dúvidas o melhor livro da trilogia, pois é nele que o ápice da jornada de Cale se encontra, dividido entre cumprir seu papel de Anjo da Morte ao lado dos redentores ou seguir uma vida comum em um reino que o acolheu durante sua fuga. Uma guerra que definirá o futuro da humanidade esta por vir e o desfecho dela está na mão esquerda de Deus.

“As Últimas Quatro coisas as quais eu me apego”

“A única e verdadeira fé não é intolerante por ser alguma espécie de professor pomposo que teme a contradição, é intolerante porque a verdade é intolerante pelo fato de ser verdadeira.”
(Redentor Bosco – ‘As Últimas Quatro Coisas’)

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Kinder

Me chamo Fernando, mas podem me chamar de Fe – Ou Kinder, mas esta é uma história para outro dia (Risos) – Tenho 22 anos, sou enfermeiro – Sério, sou enfermeiro mesmo. Meu sonho nesta realidade é experimentar todos os tipos de comida, mas o meu verdadeiro sonho é ter uma TARDIS… Caso não saiba o que é, quem sabe um dia eu não te conto.